E estou sempre presente
naquilo o que se consente
sobre o que é ou não é
percebido pelo o que é
o eu, o consciente...
Apresenta-se o fato,
como vontade
o desejo como verdade
e uma certa licença poética
coletiva sobre o que é a real realidade...
randomicamente todos os sucessórios
instantes, ainda são
do mesmo lugar de antes
e de depois e de durante...
Emerge do vácuo vazio de nada
de todas as estórias e
histórias registradas
vetores
que nos levam
aos mesmos lugares
e pelas mesmas estradas...
e de novo e de novo... ao nada.
Fato, vontade e verdade
agora são como coisas
que foram coisificadas...
-Crônicas das lutas de classe
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