O compor, me parece,
é como uma entrega e uma integração
numa 'realidade', que é derivada,
mas e ainda, inovadora... algo como
galho, uma folha ou a flor, manifestação
de algo como ódio, indiferença ou
amor, o esperado ou o inusitado,
é brotação ou como numa fala,
uma música, num ato, e mesmo
numa qualquer vontade, e pode
ser assim como num coroamento,
uma permissão, de liberdade
ou aprisionamento, ou não,
e que surge como parte de um 'ato',
emergência ou instância de criação,
e voluntariamente ou não,
mas, ainda assim é aonde necessita-se
o meio e força de uma coletivização
de energias dum imaginário,
para este novo real manifestar-se
e suceder-se 'no então'...
- Metateatro
sexta-feira, 28 de maio de 2021
O compor
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário