não acontecerá outra ocasião para ser bom
ou perfeito, ou para fazer melhor
ou refazer direito
ou refazer direito
ou um após para acertar-se
o tempo não se moverá,
o quando do instante
é só o possível que há,
é só o possível que há,
a existência, apenas faz-se ilusionando
este eterno permanecer, nada perdura
frente a passagem contínua do acontecer,
aonde a vida na morte se cura
na sucessão de eventos encadeados
nem menos nem mais
e sempre interligados
Como o pavio queimando, a água correndo,
na sucessão de eventos encadeados
nem menos nem mais
e sempre interligados
Como o pavio queimando, a água correndo,
o vento soprando, e a terra nos valendo.
O sol nos testemunha,
as luas nos assistem,
as luas nos assistem,
o dia vem, a noite vai,
nas móveis e fugidias luzes
e sombras causais
e sombras causais
em que todos como um se fazem e insistem...
Aonde é onde morremos o tempo todo,
nesse fugidio instante
das linguagens que usamos,
das linguagens que usamos,
e em todas as passagens que emulamos...
Assim, em todas as comunicações
sagradas ou profanas do entendimento
e que assim, só se findam,
quem concebe lugar para o todo,
é o espaço e o silêncio, uma coisa só,
que só verdadeiramente ocupamos
quando nós, daí, nem não estamos....
Sendo, nos permitimos o tudo,
e mesmo o nada, neste então,
ocupados ficamos, e assim
os possíveis aceitáveis, formamos.
que só verdadeiramente ocupamos
quando nós, daí, nem não estamos....
Sendo, nos permitimos o tudo,
e mesmo o nada, neste então,
ocupados ficamos, e assim
os possíveis aceitáveis, formamos.
Eis que estamos neste
mesmo e único lugar ,
mesmo e único lugar ,
que é um construir,
como esse diverso sonhar
como esse diverso sonhar
aceitável das nossas imaginadas sagas,
nos significados atribuídos de cada coisa,
emulamos posições pretendidamente diferentes,
e assim, móveis...presumidamente.
Mas será no sempre a mesma instância,
aquilo o que conhecemos como o paciente amor,
independente de sucesso e fracasso, prazer ou dor
perfeito como se apresenta, como Deus,
e que imaginadamente assim nos alenta,
independente de sucesso e fracasso, prazer ou dor
perfeito como se apresenta, como Deus,
e que imaginadamente assim nos alenta,
como o tu, como o eu, eles e o nós...
e tudo que se materializará e ou já se concebeu
por não saber ou notar que não o precisamos,
enfim nos reconstruímos, destruímos e
destituídos do poder, nos criamos...
e tudo que se materializará e ou já se concebeu
por não saber ou notar que não o precisamos,
enfim nos reconstruímos, destruímos e
destituídos do poder, nos criamos...
ralleirias -das asceses místicas

Nenhum comentário:
Postar um comentário