Do meu bando,
todos os ases morreram,
restou eu, e minhas memórias
e um estranho mundo lá, afora...
Morreram pelos séculos passados,
em glórias e derrotas de si próprios.
Deixaram realidades legadas nos sonhos,
e quase nenhuma história...
Assim, também marco o fim dos meus tempos,
e a morte aos meus sentimentos, é enfim a hora,
chegada é a minha derradeira estória...
E como eles, parto eu, e morro,
mas renasço, e de novo, aqui e agora...
- meta teatro
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