sexta-feira, 29 de novembro de 2019

todos os ases

Do meu bando,
todos os ases morreram,
restou eu, e minhas memórias
e um estranho mundo lá, afora...

Morreram pelos séculos passados,
em glórias e derrotas de si próprios.
Deixaram realidades legadas nos sonhos,
e quase nenhuma história...

Assim, também marco o fim dos meus tempos,
e a morte aos meus sentimentos, é enfim a hora,
chegada é a minha derradeira estória...

E como eles, parto eu, e morro,
mas renasço, e de novo, aqui e agora...

- meta teatro


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