Eu fui engolido
por uma serpente
cobra luz, reluzente
de ares astecas...
Sua goela era amarela
com arcos dourados,
um tapete rosado,
colunas de marfim,
muito branco, num
teto carmim, abobadado...
E a boca dela era assim
como, um lugar mágico,
encantado...
E, logo feito, sorriu!
E eis que a serpente
após, sumiu...
Passou um século
e, num instante...
Fiquei velho,
talvez
pouco sábio...
mas, ainda
maluco errante...
...e então,
percebi sorridente
o que se deu...
A serpente geométrica
asteca, maia ou tolteca...
era ainda eu...
ralleirias (Das mortes não morridas)

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