que mesmo a falha serve como lugar de troca e preenchimento,
no qual se escoa o real não entendido nas narrativas e também
capacidades das demais forças de correlação, também é
independentemente possível dentro do espaço do natural como
uma força temporal pois sempre surge circunstanciada
momentaneamente, mas ecoa no sistema, mantida nas demais
também naturais forças afins... e tal qual é o lugar igual que
abriga a própria ignorância transformada em potência... pois
é uma dissidência no campo natural... assim recalques
constroem linguagens correlacionais quebras, inacabadas,
que desentendem-se de si em mudanças de sentido aonde
encontram suas escatologias se sistemicamente lhes for
permitido... como postura dialética, discursiva e poder
circular, desgastam-se nos campos de coerção de sentido do
que é a realidade da energia que sustenta o que é o permitido
se desenrolar, pois o que as circunstancia nas insuficiências
decorrentes do desequilíbrio não o é propriamente por serem
forças entrepostas, mas impostas nos mesmos campos de
pertencimento e assujeitamento e de surgimento nas origens
das forças dialéticas e epistemológicas do momento e do que
registra o que é o fato, o ato e o que faz o real que é
permitido como sempre uma tentativa de sedimentar um
surgimento, ainda que controvertido...
- metateatro
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